segunda-feira, 18 de março de 2024

1ºB - CÓDIGOS DAS HABILIDADES

 




(Imagens retiradas da internet)

1º B - HABILIDADES E COMPETÊNCIAS




Competência e habilidade são termos distintos e muito citados atualmente por conta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)..
Em linhas gerais para ser COMPETENTE a pessoa precisa desenvolver uma série de habilidades necessárias. Para ser um motorista competente (ter a competência de dirigir) a pessoa precisa saber ligar o carro, dominar a troca de pedais, lateralidade, senso de espaço e direção, coord. visomotora, etc. UFA! Além de tudo isso a pessoa não pode ter medo de dirigir. Pois a ATITUDE tbm faz parte da competência.

Percebe?
.
As competências só serão alcançadas plenamente se as habilidades forem sendo desenvolvidas em todos os anos, por todos os componentes curriculares. Vale dizer que muitas habilidades demoram muito tempo para serem adquiridas.
 FONTE REDE APRENDENTE

Outra imagem que explica pra gente, esses conceitos:
(Imagens retiradas da internet)








1º B - COMO APLICAR A NOVA BNCC NO PLANO DE AULA?




Como aplicar a nova BNCC no plano de aula?

12 DE NOVEMBRO DE 2020

Neste artigo, vamos ilustrar esta nova abordagem educacional que propõe um outro foco para os objetivos de aprendizagem, que deixam de estar vinculados à memorização de conteúdos e passam a valorizar, principalmente, a capacidade dos alunos em aplicar os conhecimentos em contextos diversos. Essa modificação, entretanto, não é tão simples para quem é educador, pois exige uma mudança profunda na estruturação das aulas e dos currículos. Com este artigo, pretendemos explicar a estrutura da base e ajudar os educadores a utilizar a BNCC na montagem de seus planos de aula.

O que é a Base Nacional Comum Curricular?

BNCC é o documento normativo que estabelece quais competências os alunos brasileiros necessitam desenvolver em cada etapa curricular nas redes de ensino, tanto em instituições públicas quanto nas privadas, tornando-se uma referência obrigatória para elaboração dos currículos escolares e propostas pedagógicas. Ela abrange os níveis de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

No Ensino Fundamental, as competências e habilidades são apresentadas por disciplina, sendo que estas estão contempladas em áreas do conhecimento. Por exemplo, a área de Ciências Humanas é composta pelas disciplinas de Geografia e História. Além da definição referente ao nível das disciplinas, também ocorre a especificação das competências e habilidades por ano escolar (do 1º ao 9º). Essa definição por anos não ocorre no Ensino Médio.

O que podemos entender com isso?

A nova BNCC trará mudanças diretas para o sistema educacional brasileiro, pois esse documento normativo dispõe as diretrizes para orientar professores e outros profissionais da educação na estruturação dos cursos e das aulas orientados pelo ensino baseado em competências e habilidades. Ela é, também, uma mudança no paradigma educacional e, por isso, levará um tempo até que consigamos colocá-la em prática, visto que os próprios educadores precisarão se reinventar para que a BNCC seja efetivamente aplicada.

No entanto, a diferença entre habilidades e competências é difícil de compreender, porque ambas possuem similaridades e estão extremamente relacionadas.

A confusão entre as duas acontece, principalmente, quando nos referimos a habilidades cognitivas, as quais soam muito parecidas com as competências. As habilidades são capacidades mais relacionadas ao campo da operacionalização. Por exemplo, no futebol, poderia se entender que “saber driblar” é uma habilidade importante.

Já as competências são capacidades relacionadas a situações mais amplas e que, portanto, precisam de um conjunto de capacidades mais específicas (habilidades) para se realizarem. Seguindo no exemplo do futebol, uma competência poderia ser “conseguir fazer os gols decisivos da partida”. Essa capacidade se configura como uma competência porque “fazer gol” é um dos principais objetivos do jogo e as competências estão relacionadas principalmente à execução de trabalhos e o alcance dos resultados desejados.

Relacionando-as com o nosso exemplo, a habilidade de “saber driblar” é apenas uma de um conjunto de várias habilidades necessárias para atingir a competência de “conseguir fazer os gols decisivos da partida”. Ela sozinha não garante que os gols sejam feitos, pois além de saber driblar, um jogar precisa ter outras habilidades para fazer os gols.

Na própria BNCC, temos este exemplo para ilustrar a diferença entre elas:

Quando uma das competências da disciplina de Geografia do Ensino Fundamental é “Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas”. Para que essa competência seja desenvolvida, está previsto o desenvolvimento de habilidades como “Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva, vento, calor etc.)” e “Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente”.

Contudo, é possível perceber que a competência se refere a uma capacidade mais ampla e relacionada a execução de trabalhos e à obtenção de resultados desejados, enquanto as habilidades se referem a capacidades mais operacionais para alcançar este objetivo final.

Compreendendo estes conceitos e suas diferenças, estamos prontos para demonstrar como estas competências e habilidades se aplicam nas seguintes etapas de ensino:

A etapa do Ensino Fundamental é dividida em 5 áreas do conhecimento:

  • Linguagens
  • Matemática
  • Ciências da natureza
  • Ciências humanas
  • Ensino religioso

As áreas do conhecimento são subdivididas em disciplinas, as quais não vamos especificar neste artigo pois são muitas. Cada uma das disciplinas é separada em “anos iniciais” do 1º ao 5º ano e “anos finais” que vão do 6º ao 9º ano. As competências são associadas às disciplinas e a cada um dos anos possui habilidades específicas. As mesmas, no entanto, são definidas, por disciplina, para toda a etapa do Ensino Fundamental. Já as competências não estão relacionadas com os anos. Para facilitar o entendimento, vamos dar um exemplo:

A disciplina de Geografia, que está dentro da área das Ciências Humanas, possui 7 competências para o Ensino Fundamental. Depois de apresentadas as competências, o documento inicia a apresentação das habilidades por ano, primeiramente dos anos iniciais. Em cada um dos anos são estabelecidas uma série de habilidades que precisam ser desenvolvidas naquela disciplina. O mesmo padrão se repete para os anos finais.

Espera-se que ao sair do ensino fundamental o aluno tenha desenvolvido todas as competências estabelecidas para esta etapa, as quais foram sendo desenvolvidas conforme se iam trabalhando as habilidades.

Modelo de plano de aula usando um BNCC

Apresentamos ao fim do texto um exemplo de como pode ser estruturado um plano de aula baseado na BNCC. Neste modelo, está presente tanto a competência, que seria a finalidade maior a ser alcançada com o conjunto das aulas, quanto a habilidade da BNCC que será trabalhada. Entretanto, existe um nível de especificação de trabalho maior, pois com base na habilidade vinda da BNCC, que ainda é bastante ampla, o professor define uma habilidade específica para a aula, a qual nós denominamos de “habilidade aplicativa”. A habilidade aplicativa é construída da seguinte forma:

São definidos os verbos que constituem o objetivo da aprendizagem, que devem estar relacionados aos objetivos da habilidade da BNCC. Depois, especifica-se o recurso didático principal utilizado na sala de aula. Por fim, a competência é colocada como o objetivo maior a ser desenvolvido com a habilidade trabalhada nessa aula. A estrutura escrita fica:

VERBO E OBJETO DO CONHECIMENTO + por meio de RECURSO DIDÁTICO + para COMPETÊNCIA

Por exemplo, a partir da habilidade da BNCC “Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.)”, uma habilidade aplicativa para a aula poderia ser “Elaborar coletivamente as regras de convívio da sala de aula por meio de roda de conversa e votação para agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões socioambientais, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários”.

Abaixo você pode ver como fica uma estrutura do plano e pode baixar um arquivo editável para usar o modelo nas suas aulas!

https://blog.elos.vc/como-aplicar-a-nova-bncc-no-plano-de-aula/

Paula Vanacor

Analista de Atendimento da Mconf, represento os humanos por trás das máquinas. Sou formada em Geografia (Licenciatura e Bacharelado) e mestre em Geografia. Não sou muito fã de séries, prefiro filmes.


quarta-feira, 13 de março de 2024

1ºB AÇÃO PEDAGÓGICA, UMA PRÁTICA CARREGADA DE INTENCIONALIDADE

 

O planejamento tem como características básicas:

Evitar o improviso;

Prever o futuro e estabelecer caminhos que posso nortear mais apropriadamente a ação da educação;

Prever o acompanhamento e a avaliação da própria ação; avaliação e ação andam lado a lado numa relação de complementação.

De acordo com Santana (1995), o planejamento educacional pode ser caracterizado como “processo contínuo que se preocupa para onde ir e quais maneiras de chegar lá, tendo em vista a situação presente e possibilidades futuras, que atenda às necessidades da sociedade”.

 O plano de ensino é um processo de decisão sobre a atuação concreta do professor no cotidiano de seu trabalho pedagógico, envolvendo as ações e situações em constantes interações entre professor e alunos e entre os próprios alunos. O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade a cada problemática do contexto social. Logo, a escola, os professores e os alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo que acontece no meio escolar está atravessado por influências econômicas, políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classe, o que significa que os elementos do planejamento escolar – objetivos, conteúdos, métodos – estão cheios de implicações sociais; por essa razão, o planejamento é uma atividade de reflexão das nossas opções e ações.

Levando em conta os aspectos apresentados, a próxima etapa do plano é organizar os elementos que o constituem:

Objetivos – metas traçadas, o que se pretende alcançar; a sua formulação está diretamente relacionada à seleção de conteúdo.

Conteúdo – área de conhecimento, saber sistematizado, hábitos, atitudes, valores e convicções.

Metodologia – o que faremos para alcançar os objetivos propostos, conjunto de métodos aplicados à situação didático-pedagógica.

Recursos – consiste na utilização de materiais físicos e humanos no processo de ensino-aprendizagem.

Avaliação – momento de reflexão de todo o processo. É uma etapa presente cotidianamente em sala de aula, exercendo função diagnóstica, uma vez que identifica as dificuldades e os avanços na aprendizagem do aluno e na própria prática docente, proporcionando melhoria nesse processo, através da reflexão constante.





1ºB AÇÃO PEDAGÓGICA, UMA PRÁTICA CARREGADA DE INTENCIONALIDADE

 PLANOS DE ENSINO



Plano do curso

O plano do curso é a previsão do conteúdo a ser aplicado em um período determinado, plano anual.

É a previsão de conhecimentos que serão desenvolvidos e as atividades que serão realizadas durante um período de tempo. É a previsão do trabalho do professor e alunos. É o desdobramento do Plano Curricular da escola e geralmente, tem a duração de um ano letivo.

Plano da unidade

O plano da unidade é o detalhamento do previsto no plano do curso, dividindo o conteúdo em unidades relacionadas. Unidades didáticas. Desdobramento do Plano de Curso. Exemplo: um plano de curso com 5 unidades. Uma unidade é detalhada, o plano de unidade está contemplando está unidade específica.

Plano de aula

Por último, o plano de aula é a programação dos assuntos a serem trabalhados no dia letivo em questão. Esse é o modelo mais específico entre os três apresentados. o detalhamento do planejamento diário de cada disciplina/aula.

Já o planejamento da aula é a sequência de tudo o que será desenvolvido em sala de aula no dia letivo, especificando o comportamento esperado dos alunos e os meios que serão utilizados para sua realização. O plano de aula deve conter os estímulos adequados aos alunos para motiva-los, e criar uma atmosfera de comunicação entre professor e alunos a fim de favorecer o aprendizado.

Para ensinar, é fundamental que seja realizado um planejamento, o qual serve como guia para o professor na sua prática.

1ºB AÇÃO PEDAGÓGICA, UMA PRÁTICA CARREGADA DE INTENCIONALIDADE

 AÇÃO PEDAGÓGICA, UMA PRÁTICA CARREGADA DE INTENCIONALIDADE

 Significado da prática de planejar e replanejar ao longo do processo

PLANO E PLANEJAMENTO

O planejamento é o pensamento. Quando ainda estamos definindo nossas compreensões, pensando no que realizar para construir uma prática que responde às intencionalidades pretendidas, é apenas pensamento. As escolas de modo geral, organizam no início do ano letivo a Semana de Planejamento, ou as reuniões de planejamento. Planejar significa tomar decisões. Que decisões? Que escolhas? O que privilegiar e por quê? Essas questões fundamentam as práticas que realizamos. ( o quê/ para quê/ como/para quem/ por quê)
O plano, na perspectiva pedagógica pode ser definido como o registro do planejar. Quando elegemos, escolhemos, e/ou decidimos por uma possibilidade de ação, é muito importante escrevê-la. Quando se trata do plano de aula, o esquema registrado serve como orientação para que possamos articular nossas ações de modo mais significativo.
Plano é um documento utilizado para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, com quem fazer. Para existir plano é necessária a discussão (planejamento) sobre fins e objetivos, culminando com a definição dos mesmos, pois somente desse modo é que se pode responder as questões indicadas acima.

TIPOS DE PLANEJAMENTO ( E PLANOS)

Planejamento Educacional – também denominado Planejamento do Sistema de Educação, “[...] é o de maior abrangência, correspondendo ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual ou municipalIncorpora e reflete as grandes políticas educacionais. (VASCONCELLOS, 2000, p.95).

Vale para todo sistema educacional.

Exemplo: O PNE - Plano Nacional de Educação é o resultado do Planejamento Educacional da União
     
      Planejamento Escolar ou Planejamento da Escola – atividade que envolve o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição. "É um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social." (LIBÂNEO, 1992, p. 221).
Exemplo: Mais um ano se inicia! Um bom Planejamento Escolar feito na primeira semana do ano letivo, certamente, evitará problemas futuros. Esse é o objetivo da Semana Pedagógica: reunir gestores, orientadores, supervisores, coordenadores e corpo docente para planejarem os próximos 200 dias letivos. É o momento de integrar os professores que estão chegando, colocando-os em contato com o jeito de trabalhar do grupo, e, claro, mostrar os dados da escola para todos os docentes, além de apresentar as informações sobre as turmas para as quais cada um vai lecionar. Veja o que é importante planejar, discutir, elaborar e definir nessa primeira semana do ano:
    as diretrizes quanto à organização e à administração da escola,
    normas gerais de funcionamento da escola,
    atividades coletivas do corpo docente,
    o calendário escolar,
    o período de avaliações,
    o conselho de classe,
    as atividades extraclasse,
    o sistema de acompanhamento e aconselhamento dos alunos e o trabalho com os pais,
    as metas da escola e os passos que precisam ser dados, durante o ano, para atingi-las,
    os projetos realizados no ano anterior,
    os novos projetos que serão desenvolvidos durante o ano,
    os temas transversais que serão trabalhados e distribuí-los nos meses,
    revisar o PPP.
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      Planejamento Curricular – é o "[...] processo de tomada de decisões sobre a dinâmica da ação escolar. É previsão sistemática e ordenada de toda a vida escolar do aluno. Portanto, essa modalidade de planejar constitui um instrumento que orienta a ação educativa na escola, pois a preocupação é com a proposta geral das experiências de aprendizagem que a escola deve oferecer ao estudante, através dos diversos componentes curriculares." (VASCONCELLOS, 1995, p. 56). O Planejamento Curricular tem por objetivo orientar o trabalho do professor na prática pedagógica da sala de aula. Segundo Coll (2004), definir o currículo a ser desenvolvido em um ano letivo é uma das tarefas mais complexas da prática educativa e de todo o corpo pedagógico das instituições. Exemplo: PCN. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados por equipes de especialistas ligadas ao Ministério da Educação (MEC), têm por objetivo estabelecer uma referência curricular e apoiar a revisão e/ou a elaboração da proposta curricular dos Estados ou das escolas integrantes dos sistemas de ensino.  Os PCNs são, portanto, uma proposta do MEC para a eficiência da educação escolar brasileira. Todavia, a escola não deve simplesmente executar o que é determinado nos PCNs, mas sim, interpretar e operacionalizar essas determinações, adaptando-as de acordo com os objetivos que quer alcançar, coerentes com a clientela e de forma que a aprendizagem seja favorecida. Outro Exemplo: Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental do Município do Rio de Janeiro.
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        atenção: A BNCC apresenta os conhecimentos fundamentais que se espera que o estudante aprenda em cada ano da Educação Básica. Já o currículo se configura como o percurso que cada instituição educacional estabelecerá para desenvolver as competências e habilidades propostas pela BNCC. Portanto, a BNCC não é um currículo em si, mas parte dele. Sua função é orientar a construção dos referenciais curriculares e dos Projetos Político-Pedagógicos das escolas, preservando a autonomia de cada rede de ensino.

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Planejamento de Ensino é a especificação do planejamento curricular. Previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente para o ano ou semestre. É desenvolvido, basicamente, a partir da ação do professor e compete a ele definir os objetivos a serem alcançados, desde seu programa de trabalho até eventuais e necessárias mudanças de rumo. Cabe ao professor, também, definir os objetivos a serem alcançados, o conteúdo da matéria, as estratégias de ensino e de avaliação e agir de forma a obter um retorno de seus alunos no sentido de redirecionar sua matéria. Planejamento de Ensino deve prever:

1. objetivos específicos estabelecidos a partir dos objetivos educacionais;
2. conhecimentos a serem aprendidos pelos alunos no sentido determinado pelos objetivos;
3. procedimentos e recursos de ensino que estimulam, orientam e promovem as atividades de aprendizagem;
4. procedimentos de avaliação que possibilitem a verificação, a qualificação e a apreciação qualitativa dos objetivos propostos, cumprindo pelo menos a função pedagógico-didática, de diagnóstico e de controle no processo educacional.
        O resultado desse planejamento é o plano de ensino, um roteiro organizado das unidades didáticas para um ano, um semestre ou um bimestre. Esse plano deve conter: ementa da disciplina, justificativa da disciplina em relação aos objetivos gerais da escola e do curso, objetivos gerais, objetivos específicos, conteúdo (com a divisão temática de cada unidade), tempo provável (número de aulas do período de abrangência do plano), desenvolvimento metodológico (métodos e técnicas pedagógicas específicas da disciplina), recursos tecnológicos, formas de avaliação e referencial teórico (livros, documentos, sites etc.). Do plano de ensino (plano de curso) resultará, ainda, o plano de aula, onde o professor vai especificar as realizações diárias para a concretização dos planos anteriores.



segunda-feira, 4 de março de 2024

1ºB - RECURSOS PARA TRABALHAR AS HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS

 RECURSOS PARA TRABALHAR AS EMOÇÕES

POTE DE EMOÇÕES

Alegria, tristeza, raiva, calma e medo: como lidar com as emoções? A brincadeira pode ajudar

HISTÓRIA


Reconhecer as emoções nem sempre é uma tarefa fácil.
Inspirado no método Montessori, os potinhos ajudam as crianças a identificarem e compreenderem cinco emoções diferentes: alegria, tristeza, raiva, calma e medo. Assim, elas podem reconhecer os sentimentos em si mesmas e também no outro.
Estimular a empatia e o convívio é um dos grandes objetivos deste recurso
Podemos  acrescentar outras emoções, baseados nas necessidades da turma, como ansiedade, depressão ou nervosismo.

Quem ensina a fazer é o blog Criando com Apego, que explica também, como aplicar esse recurso na prática. Como criar seu próprio pote das emoções?
Material necessário
. Potes de cristal (é possível reciclar garrafas de plástico ou potes de azeitonas ou compotas sempre de plástico)
. Lãs com cinco cores diferentes (também pode usar outros materiais, como pompom, bolas de algodão, bolinhas coloridas, papeis coloridos)
. Etiquetas
. Rotulador
Modo de fazer
Sugerimos inicialmente apresentar contos às crianças. Sempre ajuda a assimilar melhor a relação entre cores e emoções. Assim, amarelo-alegria, azul-tristeza, cinza-medo, verde-calma e vermelho-raiva.
Após relacionar cor e emoção, trabalhe o pote das emoções. Uma possibilidade é que, inicialmente, é deixar os cinco potes das emoções sempre visíveis. No fim do dia, você pode conversar com a criança e perguntar-lhe por duas ou três situações que tenha vivido no dia e que considere importantes.
Para cada situação, peça que defina que emoção sentiu e que coloque no pote das emoções correspondente o conteúdo. O objetivo é que, no fim do mês ou da semana, você possa observar que emoções a criança vive com mais intensidade e quais não. Isso pode ser um termômetro importante para que você possa ajudá-lo a reconhecer outras emoções.


                                                                       EMOCIONÔMETRO



Há dias que não estamos bem! Em outros estamos bem demais!
E a gente se encontra na escola, mais precisamente, na sala de aula...
Vamos melhorar nosso convívio?
Primeiro procurando identificar o que estamos sentindo, nomeando essa emoção. Comunicando ao grupo através do recurso, não é preciso falar nada...

O Emocionômetro é como um termômetro das emoções da turma.
É bom saber como cada um se sente e procurar ajudar, entender e, principalmente, caso não possa ajudar, compreender e respeitar.

Sabe-se que identificar, reconhecer e nomear os próprios sentimentos, bem como, saber lidar com eles, não é tarefa fácil. Por meio do “emocionômetro” d esta aprendizagem é muito divertida e significativa.

Depoimento de uma professora que trabalhou este recurso em sala:

Na primeira reunião do ano, as famílias dos alunos queixaram-se muito de ansiedade, medo e insegurança das crianças. Em todos os anos que eu dou aula pra educação infantil, nunca tinha ouvido esse tipo de reclamação. Juntando isso e a vontade que eu já tinha de trabalhar o tema, dei início a um projeto de consciência emocional com meus alunos.

Por meio de histórias, vídeos e até filmes, nós vamos falando sobre as emoções. A cada história eu escolho um sentimento para ser trabalhado. Depois de uma leitura, nós fazemos rodas de conversa para debate. Então, os alunos fazem os rostinhos com círculos de cartolina para cada expressão facial. Na sala, nós temos um varal onde esses desenhos são pendurados.

Para ilustrar um pouco mais o tema, as crianças também tiveram a oportunidade de assistir ao filme Divertida Mente, que retrata muito bem essa questão dos diferentes sentimentos que permeiam nossa personalidade e como reagimos diante de cada um deles.

DADO DAS EMOÇÕES
Um recurso com múltiplas formas de brincar 🥰 😱Jogar o dado e imitar a emoção que sair 🥰Jogar o dado e dizer um momento para a emoção 😅Bingo das emoções 😢Sorteio das emoções 😬Mimica das emoções 🥴Criação de histórias a partir da emoção
😝Pensar em uma saída quando a emoção é prejudicial.
😌Identificar na escola, os momentos que determinada emoção aparece e qual a consequência (seja ela boa ou ruim)




O COTIDIANO DA ESCOLA NO ENSINO FUNDAMENTAL I - ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO II

 

Socialização é aprendizado



A escola tem  uma importante função social e promove a consolidação do processo de socialização das crianças.



 Na escola:

A criança constrói parte da sua identidade de ser e pertencer ao mundo, ao grupo... Através das relações e da apropriação e conscientização da sua história de vida e da história do seu país, do seu estado, do seu município, do seu bairro, da sua rua...





E

A história da sua escola!

Você já parou pra pensar que está participando da história da sua escola? Como você tem marcado essa participação?


Na escola:

Adquire os modelos de aprendizagem tendo contato com princípios éticos e morais da sociedade a qual faz parte..

No Brasil, caráter social da escola é sustentado por lei – mais precisamente a  Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes da educação nacional:

Art.1º  A educação  abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

  • 1º  Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.
  • 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.”

Nessa realidade construída com a participação de todos, dotada de regras estabelecidas, as crianças trocam experiências umas com as outras. Experiências que permitem aprender, somar conhecimentos e, consequentemente, desenvolverem aspectos cognitivos e interpessoais.

Mas há momentos em que as crianças estão livres para fazer opções, escolher com quem conversar, onde e como brincar... a hora do recreio é um dos momentos em que a convivência permite esse amadurecimento e maior autonomia. A convivência na escola é determinante para o desenvolvimento da criança, além de promover o contato com os conhecimentos, com o saber e a cultura  de forma sistematizada. A educação é um processo social. A educação contribui para formação dos cidadãos pertencentes a uma sociedade. Uma sociedade crítica, democrática, planejada pelos por todos que a compõem.



3ºB - RECORDANDO

  RECORDANDO COMPETÊNCIAS Definidas como a "mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas comple...